O SACERDOTE |
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Em 5 de novembro de 1849 concluiu a Passantaria, tendo nessa ocasião defendido teses nas áreas de Filosofia e Teologia, necessárias para obtenção do grau de Mestre nessas Ciências. Pelo seu desempenho foi nomeado, pelo Provincial da Ordem, a 9 do mesmo mês e ano, lente das cadeiras de Teologia Moral Prático-Casuística, bem como de História Sagrada e Eclesiástica, as quais regeu junto ao Colégio Franciscano da Bahia, aberto naquele ano. Durante os dois anos seguintes regeu as cadeiras de História e de Moral, respectivamente. Em 30 de novembro
de 1850 recebeu, com dispensa de idade, a sagração de
Presbítero, por Breve Apostólico de 17 de outubro do mesmo
ano, das mãos do Arcebispo D. Romualdo Antônio Seixas.
Ordenou-se a 30 de novembro de 1850, sob o cognome de Frei Ernesto de
São Joaquim Barreto, sendo sua primeira missa rezada a 8 de dezembro
junto à igreja da mesma Ordem. No Capítulo Geral, celebrado
a 7 de dezembro, obteve a faculdade de exercer o ofício de Confessor
Geral, assim como, a 21 de fevereiro de 1852, obteve sua secularização,
através de Breve pontifício, o que lhe permitiu transitar,
do claustro, para a vida secular. Quando isso ocorreu, permutou o hábito
franciscano pelo de São Pedro.
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